A ideia de abrir um hackerspace é algo que me agrada bastante pois incorpora muitos dos meus interesses: tecnologia, engenharia, ambiente de trabalho descontraído que valoriza a colaboração entre os participantes, educação, empreendedorismo e inovação.

Foto do hackerspace Noisebridge em São Francisco
Noisebridge - um dos hackerspaces mais famosos dos EUA (Autor: Dugsong, todos os direitos reservados)

Basicamente um hackerspace é um lugar físico, uma espécie de laboratório que reúne pessoas interessadas em certos tópicos de estudo, geralmente ligados a tecnologia, como projetos DIY (Do It Yourself - faça você mesmo), software, eletrônica, robótica, “tecnoarte”, entre outros. Além da realização destes projetos, o hackerspace pode promover minicursos e eventos, buscando disseminar o conhecimento adquirido.

O horário de funcionamento é definido pela disponibilidade dos membros, não seguindo necessariamente uma agenda fixa. E como membros pode-se ter “hobbistas” que trabalham em projetos nas horas vagas, estudantes, entusiastas e especialistas em determinadas áreas, empreendedores trabalhando em um startup e curiosos e iniciantes aprendendo um determinado assunto.

Recentemente li uma reportagem da Wired falando sobre a ascensão dos hackerspaces nos últimos anos pelo mundo afora. No final do ano passado, o New York Times também falou sobre hackerspaces, em especial sobre o NYC Resistor. Visualizando a lista de hackerspaces no site hackerspaces.org nota-se que existem pelo menos 100 destes locais em estágio de planejamento, boa parte deles na Europa e EUA. O único hackerspace listado localizado no Brasil é o UDESC, em Santa Catarina.

Espero que esse post inicie a discussão que culmine, dentro em breve, na criação de um hackerspace em São Paulo. Acredito que já é tempo da cidade ter esse tipo de local e estou buscando pessoas que gostariam de colaborar no processo.

Não encontrei iniciativas como essa por aqui, caso você conheça alguma, comente. Update: Acabei de ficar sabendo da existência de um hacklab em São Paulo. Ainda não sei se a ideia é similar a minha, vou conversar com os responsáveis.

Se você já conhece esse conceito e gostaria de participar, vá para o final do post e saiba como. Se quer entender um pouco melhor sobre o assunto, continue lendo e visite alguns dos links aqui apresentados.

O que é um hackerspace?

Segundo a Wikipédia um hackerspace ou hackspace (das palavras hacker e space) é um lugar real (em oposição a um lugar virtual) em que pessoas com interesses comuns, geralmente em ciência, tecnologia ou arte, podem se encontrar, socializar e colaborar.

Update: Pelo comentário do Bruno fiquei sabendo também do termo hacklab. Pela Wikipédia vejo que o termo é parecido com um hackerspace, sendo talvez menos amplo.

Atividades típicas em um hackerspace incluem:

  • aprender na prática e compartilhar o conhecimento;
  • apresentações e palestras;
  • atividades sociais incluindo jogos, eventos e festas.

Hackerspaces provêem a infra-estrutura necessária para estas atividades: salas, alimentação, bebidas, energia, servidores e rede com acesso a internet, equipamento de áudio, projetor de vídeo, videogames e várias ferramentas.

As principais fontes de receita de um hackerspace costumam ser taxas de mensalidade, sendo que alguns também aceitam patrocinadores externos. Outras fontes vêm de doações, venda de alimentos no local, realização de cursos e eventos.

Alguns hackerspaces famosos são o C4 em Colônia, o c-base em Berlim, o Metalab em Viena, o NYC Resistor em Nova Iorque, o Noisebridge em São Francisco, o Cyberpipe na Eslovênia e o Cowtown Computer Congress em Kansas City.

Um link interessante que resume bem o que é um hackerspace é a página about do Metalab. Apesar de não estar atualizada, a versão em inglês fala um pouco sobre o quê é o Metalab, qual é sua infraestrutura, eventos e workshops realizados, além dos projetos desenvolvidos. Conversei com membros do metalab no canal de irc #hackerspaces e disseram-me que hoje contam com cerca de 150 membros e que o Metalab já consegue se sustentar com a mensalidade dos membros.

O que você propõe para um hackerspace?

Acredito que o hackerspace em São Paulo deve possuir:

  • rede com internet, servidor para arquivos e alguns computadores (os usuários, quando possível, devem levar seus notebooks)
  • mesas, cadeiras, sofá e tv;
  • bancada para eletrônica e ferramentas;
  • sistema de som e projetor para apresentações;
  • biblioteca;
  • pequena cozinha.

Essa é só uma configuração básica, o local pode ter outros tipos de equipamentos de acordo com o que for desenvolvido lá dentro.

Como áreas iniciais de pesquisa e desenvolvimento:

  • desenvolvimento de software (web, jogos e aplicações móveis);
  • eletrônica (automação, projetos faça você mesmo, ARDUINO e microcontroladores).

A criação de diferentes grupos surge a partir do interesse dos participantes. Existe até mesmo um hackerspace para biólogos, o DIYbio. Ou seja, o estudo de alguma determinada área dependerá apenas da existência de um mínimo de interessados.

Um dos principais pontos para o sucesso de um hackerspace é sua localização. Penso que um espaço de cerca de 100 m2 seja suficiente para comportar 30 pessoas no local. É importante também que ele fique em um lugar bem provido de transporte público (de preferência próximo a alguma estação de metrô), em uma região com movimento (já que muitas pessoas poderão ficar até tarde no local) e com alguma segurança. A instalação de um sistema interno de câmeras é um possível projeto para o hackerspace.

Que tipo de atividades serão desenvolvidas no hackerspace?

  • desenvolvimento de projetos (seja para o simples aprendizado ou para criar algum novo “produto” ou “conceito”;
  • palestras e mini-cursos (pagos e gratuitos);
  • eventos diversos de acordo com o interesse dos usuários;
  • atividades de lazer (jogos de tabuleiro, RPG, videogames, jogos em rede).

Como abrir e manter um hackerspace?

Obviamente abrir e manter um local como este tem um custo. Boa parte dos hackerspaces existentes são empresas sem fins lucrativos. Acredito que em SP um hackerspace possa atuar tanto como uma empresa normal (e ter como principal receita cursos e eventos) ou como uma ONG e sobreviver com a ajuda dos membros (através de mensalidades) e de patrocínios, o que seria o ideal. Não sei dizer hoje qual é o modelo mais viável, provavelmente isso dependerá do interesse das pessoas em investir em tal projeto e da quantidade de interessados. É importante lembrar que a gestão de um lugar como este deve ser bastante transparente em relação as receitas, despesas e investimentos já que as decisões são tomadas de acordo com o interesse dos membros.

Ok, estou dentro! Como posso ajudar?

Criei esse post justamente porque quero a opinião e o apoio de outras pessoas. Estou procurando pessoas que queiram ajudar no projeto do hackerspace e queiram se tornar membros.

Se você acha que pode ajudar de outra maneira, seja como investidor ou, por exemplo, fornecendo algum recurso para o projeto, também não deixe de participar.

Primeiro, deixe seu comentário aqui no blog. E se tiver interesse em se tornar um membro entre na comunidade do ning que será usada para discussão e deixe sua opinião.

O endereço é: hackerspace.ning.com

A partir das discussões no fórum da comunidade será criado uma espécie de plano de negócios em formato de wiki. E a partir desse planejamento e de posteriores reuniões presenciais, criaremos um hackerspace em São Paulo.

É importante lembrar que, apesar de eu estar buscando, desde o início, criar um local legal, que seja agradável, útil e bem acessível, o ativo mais importante em um hackerspace são os membros e participantes. Por isso, gostaria de reunir não apenas amigos e conhecidos, mas pessoas que realmente tem interesse nesse tipo de atividade.

Acredito que há potencial para hackerspaces em outras cidades do Brasil e espero que a partir deste projeto surjam iniciativas similares em outras localidades.

É isso!

Na quinta-feira, dia 18 de março aconteceu no espaço IT Mídia na Berrini o Epicentro. Criado pelo Ricardo Jordão Magalhães da Biz Revolution e da ArmRebel. A ideia do evento foi trazer pessoas de diferentes áreas e que estas pessoas apresentassem suas ideias, no estilo do famoso TED.

O fato de Jordão ter usado o mesmo slogan do TED e ter se inspirado no evento gerou uma grande discussão na blogosfera (especialmente no blog do Cris Dias e também no blog do Fábio Seixas) antes mesmo do evento começar.

Cheguei lá por volta das 14:00 e peguei um dos últimos lugares no auditório. Por sorte era um lugar bem próximo de uma tomada, o que me permitiu filmar o evento do início ao fim. O espaço da IT Mídia é bem legal por ficar no alto do prédio sendo porém apropriado para não mais que 100 pessoas (sendo somente 50 no auditório).

Eu com certeza pagaria um valor que não fosse muito alto para ter um espaço mais legal e paradas para lanche. Mas contando que o Jordão deve ter criado esse evento com um custo muito baixo e que nada custou (tirando o salgado estacionamento do prédio) para nós, acho que seria pedir demais. O evento deixou muitas pessoas insatisfeitas mas serviu como experimento para que os mesmos erros não sejam repetidos no Epicentro 2, já anunciado para o dia 8 de outubro.

De certo modo vejo como uma estratégia do Ricardo. É comum que em eventos gratuitos se registrem muitas pessoas e que poucas apareçam. Além disso, ele primeiro quis encontrar pessoas interessadas, não tinha certeza se o evento iria atrair muitos interessados. Agora que ele mostrou que o formato do evento é viável, poderá conseguir patrocinadores para organizar um evento em um espaço maior e cobrando algum valor de entrada.

Acredito que o Daniel Heise do blog “Aprendendo Empreendedorismo” fez uma boa análise sobre algumas das palestras do evento. Outra pessoa que analisou bem cada uma das palestras foi o Luis Fernando.

Pontos positivos

  • Proatividade e agilidade do Ricardo em propor e realizar um evento diferente dos que existem hoje no Brasil;
  • Variedade de ideais e assuntos dos palestrantes;
  • Palestras de até 20 minutos (na verdade 17) semelhante ao TED - deixa o evento menos cansativo;
  • Oportunidade para pensar, discutir e inclusive rir;
  • Um prato cheio para quem gosta de empreendedorismo.

Pontos negativos

  • Subdimensionamento do espaço;
  • Falta de intervalos para lanche (e o lanche em si) e networking;
  • Um pouco de atraso em algumas palestras;
  • Problemas técnicos: não consegui usar wifi, pessoal reclamou da qualidade do som, Aulavox não aguentou o tráfego.

Vídeos

Para aqueles que não conseguiram entrar no evento ou assistir pela Internet, sem problemas. Os vídeos oficiais estarão em breve no site oficial do evento. O Ricardo também colocou os slides das palestras no Slideshare.

Além destes vídeos, há os meus vídeos caseiros. :)

A imagem está um pouco escura pois não havia tanta iluminação. Além disso o fotógrafo insistiu em entrar bem na frente da câmera na maior parte das palestras. Mesmo assim a qualidade do som está aceitável. Você encontra os vídeos anexados neste texto ou pode acessar minha conta no blip.tv. Perceba que boa parte meus vídeos são “uncut”, com o mínimo de edições.

Também fiz algumas fotos do evento (fiquei tão atento com a filmadora que esqueci a fotográfica guardada na Mochila. Estão aqui no Picasa.

Abertura, Ricardo Jordão, Co-fundador e Editor do Epicentro

Luciano Pires, Anarquista Corporativo

Fábio Seixas, Camiseteiro

Alexandre Oliva, Evangelizador do Software Livre

Christian Barbosa, Gerenciador de Tempo

Vicente Lassandro, Geólogo

Pedro Mello, Empreendedor Serial

Eric Acher, Venture Capitalist

Aleksandar Mandic, A Internet em Pessoa

Cláudia Riecken, Psicóloga 2.0

Indio da Costa (Toni Narzini), Político 2.0

Rawlinson, Empreendedor e Filósofo

Marco Gomes, Interneteiro Profissional

Gabriel Peixoto, Educador

Miguel Cavalcanti, Pecuarista Digital

Marco Antônio Gonçalves, Marketeiro Jurídico

Adelson de Sousa, Chateaubriand da Informática

Encerramento, Ricardo Jordão, Co-fundador e Editor do Epicentro

Recently, due to Twitter sucess I saw a great increase in the options of URL shortening (or minimizers) services. This are simple services that transforms a big URL like http://www.friedbeef.com/top-5-url-shorteners-and-how-they-help-you/ in http://is.gd/6d7j . This is very important in Twitter since your message should have at most 140 characters. Each service has its special functionalities. Some have plugins for Firefox, Twitter clients, APIs. In some of these services you can choose the URL instead of using a random one. One nice functionality is when the URL can be resolved, so you can see the real URL and maybe avoid getting Rick Roll’ed. Another interesting feature is to allow you to track the statistics of your shortened URLs.

I googled a little and found the following services:

  • tinyurl.com - One of the first. It’s automatically used in TwitterFox.

  • is.gd - Claims that it delivers the shortest URLs on the net.

  • Bit.ly - With this service you can send messages to twitter from the service and track the visitts.

  • http://krunchd.com - The most difference of this service is that it can shortens (or better crunching) a list of URLs. Example: http://krunchd.com/sports.

  • http://kissa.be - Not only provides tiny URLs for URLs but also for e-mails, text messages and images (this last didn’t work for me).

  • http://www.relink-it.com - Relink your URL and earn money with ad-sense (also available in French).

  • http://www.yoplink.com/ - One more service where you can make money with your shortURL. Also you can provide tags to the URL (also in French).

  • http://cligs.com - Shorten URLs with anaytics.

  • http://budurl.com/ - Also horten URLs with anaytics.

  • http://poprl.com/ - Show the most popular shortened URLs.

  • http://migre.me - Brazilian service (in Portuguese) also shows most popular URLs.

  • http://snipurl.com/ - Has an API and also allows shortening multiple URLs.

  • http://www.adjix.com - URLs with ads.

  • http://tweetburner.com/ aka twurl - also tracks the URLs.

  • http://delivr.com/ - Mobile friend shortened URLs.

  • http://zi.ma/ - Allow you to define a expiration date and password protect the URL.

  • http://urlmin.com/ - In Spanish, also generates a QR-code (for mobile phones).

  • http://tr.im/

  • http://cozyurl.com/

Well, I’ll stop listing the services here, because Mashable has already listed more than 90 of these services: http://mashable.com/2008/01/08/url-shortening-services/.

The Useless Infinite Loop URL Shortening Redirecting Experience

Now, let’s have some fun. I used some of these services and created an Infinite loop of shortened URLs: http://tinyurl.com/poolinf

The list of shortened URLs is here: http://krunchd.com/6ca94. You just have to take care, because some services don’t allow links from other URL shortening services (is.gd, for example, blacklists tinyurl saying it’s trying to prevent spammers from hiding their links into a chain of URLs)..

Ok, it worked as expected. But it always returns to http://ad.vu/mgwc (from Yoplink.com) because it has an ad-sense with high response time (or maybe it’s using an frame or something like this).

So, let’s try again without these ad services: http://tinyurl.com/infilup

Voilà! After some seconds looping Google Chrome and Firefox (or your browser of choice) displayed a message saying that the URL has an Infinite Loop!

Update: Well, now migre.me service blocked one of the URLs, the first service to detect the infinite loop! http://tinyurl.com/poolinf is still working.

Well, that is useless, but, one utility is to make a lottery. Each people chooses one of the available URLs in the chain. The winner is the person holding the last URL showed in the browser URL toolbar. :-) If you want to win you should probably choose the service that it’s slower to redirect or the service with lower availability (i.e, that can will get you a 404 error).

I don’t know for how long this will work,. If a link in the chain is broken, the loop will also broke.

Using a lot of shortening services is also a good way to hide your Rick Roll URLs: http://tinyurl.com/c6yhwo

No próximo dia primeiro estreia o acordo ortográfico da Língua Portuguesa. Procurei alguns recursos na Web para realizar a conversão de um texto para o novo acordo. Não irei arguir neste espaço dizendo se o acordo é bom ou ruim. Abençoo para que a mudança seja positiva! :) Talvez ela seja irrelevante para uma grande massa de brasileiros semianalfabetos. Grandes conhecedores da língua portuguesa, como Evanildo Bechara, creem que as treze regras para emprego do hífen poderiam ser reduzidas.

Estou pensando em criar um script para realizar a conversão de textos para que eles passem a considerar o acordo ortográfico. Basicamente este script poderia agir de duas maneiras:

  • Realizar um simples “encontre e substitua” (find and replace) utilizando o dicionário do Vero (veja link abaixo). Para isso eu teria de entender um pouco como tal dicionário é usado pelo programa.

  • Ser um pouco mais inteligente e conseguir detectar algumas paroxítonas, ditongos, hífens e realizar as substituições necessárias. Claro que seria difícil tornar um programa deste a prova de falhas. Mas se ele cobrisse as palavras mais usadas, já estaria muito bom. É um bom exercício de expressões regulares. O conversor do Interney parece trabalhar deste modo apesar de ter falhado em alguns casos.

Recursos para entender o Acordo Ortográfico

Se você ainda não entende bem o que é o acordo, separei estes recursos:

  • Texto integral do Acordo Ortográfico de 1990 - Sim, foi feito em 1990 e só depois de 19 anos entrará em vigor.

  • Guia Prático do dicionário Michaelis em HTML - Versão reduzida do guia em PDF.

  • Guia Prático do dicionário Michaelis em PDF - Guia com 32 páginas explica as principais mudanças no acordo ortográfico. Autoria de Douglas Tufano e publicado pela editora Melhoramentos.

  • Wikipédia explica o Acordo Ortográfico - Note que a própria página do acordo ortográfico ainda não segue o mesmo.

  • HowStuffWorks (como tudo funciona) explica resumidamente o acordo ortográfico. O site inclusive tem um quiz para testar se você aprendeu as mudanças.

  • Vero - Verificador ortográfico para o BrOffice (OpenOffice brasileiro). Disponível para as versões 3.0 e 2.x. Incluindo um dicionário com 9 milhões de palavras tanto para portuguẽs do Brasil quanto português de Portugal (as diferenças entre as línguas diminuíram mas ainda não se extinguiram). Pelo que vi esse dicionário também pode ser empregado no Ubuntu e Firefox.

  • Conversor ortográfico Interney - Página em PHP que faz a conversão de um texto em português para a nova grafia. Realizei testes simples de palavras com acentos e hífen e as conversões foram feitas corretamente.

  • Um Português - Site que promete também fazer a correção do seu texto para as novas regras. Fiz alguns testes e ele não conseguiu realizar conversões muito simples. Ainda está devendo.

A Microsoft ficou para trás desta vez. Com o prazo de 4 anos para adoção das mudanças não sabemos se sairá uma atualização para o Office 2007 e 2003. A empresa só confirmou que as mudanças estarão nas próximas versões do Windows e Office (Windows 7 e Office 13).

Uma das coisas mais legais que noto na comunidade de Ruby norte-americana é que existem grupos locais de programadores Ruby como o de Seattle, o de Nova Iorque, de Houston, entre muitos outros.

Aqui no Brasil já vi que existem grupos de usuários de outras linguagens. Na próxima Conisli terá o ConaPHP e o YAPC Brasil (Yet Another Perl Conference). Na página do Python Brasil vejo que existe o grupy-sp, grupos de usuário do estado de SP) e recentemente aconteceu um encontro nacional da linguagem.

Acredito eu que não existem grupos de Ruby no Brasil, pelo menos não conheço. Só tive conhecimento de eventos ligados a Rails e nem sei dizer se se originaram de grupos.

A minha idéia é então criar grupos de usuários regionais. Poderíamos então fazer encontros mensais para trocar idéias, socializar, fazer desconferências, um evento anual. Algumas possíveis atividades são: trabalho em conjunto para melhorar alguma biblioteca do Ruby, produzir/traduzir documentação, realizar “coding dojos”, entre outros. O grupo também poderia manter uma biblioteca (de livros) comunitária e realizar minicursos de diversos assuntos ou algo parecido.

Acho que seria uma excelente maneira de fortalecermos a comunidade Ruby e mostrar que Ruby não é só Rails.

E aí, alguém compra essa idéia?

Obs.: Coloquei um tópico semelhante a este texto na lista de discussão Rails-Br


Atualização:

Minha mensagem surtiu algum efeito na lista de discussões Rails-BR e acabamos de criar o GURU-SP (Grupo de Usuários Ruby de São Paulo). Temos poucos membros ainda e estamos nos organizando aos poucos. Todos estão convidados a participar: iniciantes (n00bs) e também os hackers na linguagem.

Esse aqui é nosso logo provisório:

Logotipo do GURU-SP - Grupo de Usuários Ruby de SP

Para entrar no grupo, basta visitar nossa lista de discussões no Google Groups: Ruby-SP